sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Mais um ano letivo: Faça a diferença!



Mais um ano letivo está para iniciar e é preciso inovar par tornar significativo e atrativo o ato de estudar. Nós, professores, somos "concorrentes" de um mundo digitalizado e bem mais atrativo que nossas salas de aula. Nossos alunos vivem num mundo dinâmico dos jogos, vídeos e sites diversos os quais muitos dos adultos não conseguem dominar com tanta facilidade com que as crianças conseguem. Desta forma, se queremos qualidade na educação e que nossos alunos tenham prazer em estudar, é preciso acompanhar os avanços tecnológicos e usá-los como ferramenta na sala de aula. Para que isto aconteça é preciso que o professor invista em sua formação, pequise, investigue, trace objetivos e metas planejando as aulas de forma a abandonar as velhas concepções mas sem se esquecer dos vínculos afetivos, isto mesmo, VÍNCULOS AFETIVOS!!! Se queremos qualidade na educação e um mundo mais justo ,mais solidário, o professor deve refletir sobre o tipo de sociedade que temos e qual queremos. Professor, aproveite que o ano letivo está para começar e inove desde o início. Assim você será a diferença que tanto precisamos na educação. O futuro de nossas crianças depende e muito de professores comprometidos, apaixonados e inovadores.

FELIZ ANO LETIVO!

NÃO DEIXE DE ASSISTIR ESTE VÍDEO PORQUE VALE A PENA!!!

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

RECOMEÇO !!!

Depois de um bom tempo sem postagens devido correria da função que estava desenvolvendo nos últimos 3 anos, agora estou de volta.

Já estou cheia de ideias para o ano letivo que se inicia e espero poder dividir cada momento com vocês!

Como recomeço, deixo um trecho do livro Ostra feliz não faz pérola de Rubem Alves o qual ganhei da amiga Pollyana.


Gailola de prender ideias

Quando uma ideia boa me chegava eu prendia na minha "gaiola de prender ideias", um caderninho, na esperança de um dia transformá-la num artigo. Mas a quantidade de ideias que eu colocava na gaiola de prender ideias era muito maior que minha capacidade de escrever. Elas nunca iriam se transformar em literatura. Seriam condenadas ao esquecimento. Fiquei com dó delas. Resolvi então tirá-las da gaiola e soltá-las aos quatro ventos. Estão aí, neste livro ...